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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Cientistas europeus descobrem um novo sistema solar

Cientistas descobrem 2º menor planeta já registrado fora do Sistema Solar.

Astrônomos norte-americanos detectaram o segundo menor exoplaneta – fora do Sistema Solar – conhecido até o momento, com uma massa de apenas quatro vezes a da Terra.
“Esta é uma descoberta notável porque mostra que encontramos planetas fora de nosso sistema solar cada vez menores”, disse o astrônomo Andrew Howard, da Universidade da Califórnia em Berkeley, ao revelar o novo exoplaneta no último dia da 215ª conferência da American Astronomical Society, na quinta-feira (7).
Este planeta longíquo, batizado de HD156668b, fica em um sistema estelar a 80 anos-luz da Terra, na constelação de Hércules. Gravita ao redor de seu astro em quatro dias.
Outros exoplanetas – O menor exoplaneta encontrado até agora é Gliese 581e, que tem quase duas vezes a massa terrestre. Foi detectado em abril de 2009 por um astrônomo suíço e fica a 20,5 anos-luz da Terra. Mas fica em órbita muito perto de seu astro, ou seja, fora da zona habitável, com temperatura elevada.
Já o Corot-7b é o exoplaneta mais parecido com a Terra já encontrado, especialmente por ter constituição rochosa. Mas tem massa maior que os outros, de cerca de cinco vezes a da Terra, o que é ainda bem pouco, em contexto mais amplo.
Localizado na órbita de uma estrela a 490 anos-luz da Terra, deve ter sido um gigante com proporções similares a Júpiter, mas perdeu matéria ao longo do tempo até ficar apenas 70% maior do que a Terra, de acordo com estudo divulgado nesta quinta-feira (7).
No início da semana, a equipe científica do novo telescópio espacial americano Kepler, lançado em março de 2009 em busca de planetas similares à Terra fora do Sistema Solar, anunciou na conferência a descoberta de cinco novos exoplanetas, todos de grandes dimensões e muito quentes, com temperaturas de 1.200 ºC a 1.648 ºC.
Mas a comunidade astronômica manifestou confiança de que, com o novo telescópio, e com o satélite Corot lançado previamente pelos europeus, exoplanetas do tamanho da Terra sejam descobertos. (Fonte: Folha Online)
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Mais Considerações sobre a Cruz Planetária de 07.08.2010


Inspirado pelos textos que tenho lido sobre a grande cruz planetária que se forma no céu do dia 7 de agosto, decidi pesquisar e refletir um pouco mais sobre essa configuração. Quanto mais estudo e pesquiso, mais tomo consciência deste grande momento para a humanidade. O céu indica um agravamento em situações que vem se deteriorando e chegam ao limite.
O cenário mundial pode realmente ser redefinido nos próximos meses.
Na madrugada do dia 6 para o dia 7 de agosto a Lua domiciliada em Câncer forma oposição a Plutão, num dos braços da cruz. No outro braço da cruz temos Júpiter e Urano em Áries, opostos a Saturno, Marte e Vênus em Libra (que acaba de ingressar em seu signo também).
E essa é uma combinação pra lá de explosiva.
Marte e Plutão são planetas violentos e quando se ligam de forma tensa indicam que algo se irromperá. Os ânimos estarão exaltados. Podemos esperar eventos mundiais intensos e impetuosos.
Urano também está na jogada, indicando panes, apagões, dificuldades ligadas à tecnologia e à energia. O que vinha se arrastando de forma precária ou caótica tende a se romper, estourar.
A tensão entre Júpiter e Plutão indica ainda que manobras ilegais podem vir à público. Pessoas de caráter duvidoso que estão no poder podem ser desmascaradas.
Saturno em oposição a Urano e Júpiter representa as velhas estruturas estagnadas que devem ser deixadas pra traz. São velhas instituições e sistemas obsoletos (como o financeiro, por exemplo) que estão em cheque. A estabilidade geral está comprometida, circunstâncias forçarão decisões.
Plutão, por si só, está em Capricórnio pela primeira vez desde que foi descoberto. Capricórnio é a força estrutural máxima que existe na Terra. Plutão neste signo irá confrontar e destruir radialmente os velhos elementos que atravancam a evolução do planeta.
Todos estes planetas estão em signos cardinais, signos de ímpeto e propulsão. Podemos esperar mudanças rápidas e vertiginosas, uma verdadeira revolução mundial. Para enfrentá-las é preciso que estejamos alinhados com forças espirituais.
Todas essas forças arquetípicas são necessárias para impulsionar as pessoas a escolher a iluminação em vez do materialismo.
Para promover o grande despertar coletivo que tanto desejamos. Bárbara Hand Clow em seu livro “O Código Maia” (Ed. Madras) diz: “Urano e Plutão estavam juntos na década de 60, o que trouxe à tona a iluminação. Com Urano chegando ao seu primeiro quadrante com Plutão, não há dúvida de que a iluminação irá arrebatar nosso planeta”. Vale lembrar que em 2011, Netuno, que representa a espiritualidade máxima, ingressará em Peixes e completará sua órbita solar desde quando foi visto pela primeira vez.
Mas e individualmente, o que podemos esperar? A meu ver, Plutão representa o poder interior, o Divino Poder, a vitória da Vontade Maior contra os desejos inferiores do ego. Na medida em que não o cultivamos, esse poder se transfere para algo externo. Plutão nos mostra compulsões, vícios, ciúme, manipulações, hábitos destrutivos, sexualidade distorcida.
Os planetas que formam aspectos com Plutão ativam essas questões. E como já havia dito anteriormente no artigo sobre o eclipse do dia 26 de junho, aspectos negativos do ego que tenhamos ignorado (nossas sombras) podem vir à tona em forma de crises para que sejam solucionados de vez.
Esta é uma grande oportunidade de limpeza, vamos aproveitá-la! Devemos perceber o que em nós está difícil de ser deixado pra trás. Quais são os velhos comportamentos que atravancam nossa caminhada? Eis a chance de crescer, de nos tornarmos adultos espirituais, de desenvolver nosso poder interior. Terapias vibracionais, meditação, florais e profissionais competentes estão ao nosso dispor para ajudar.
Conselhos práticos para o período:
- Não se deixar atingir por provocações, evitar disputas
- Cultivar paz, compreensão, tolerância, paciência
- Tomar cuidado com sobrecargas elétricas
- Evitar locais e situações arriscadas, não abusar da “sorte”
- Evitar pressa, correria, velocidade
- Redobrar o cuidado no trânsito
A chegada de Vênus no signo de Libra nos mostra o caminho da diplomacia. Há sempre um caminho de entendimento para posições antagônicas. Nestes mesmos dias, Mercúrio se harmoniza com o Nodos Lunares e favorece o diálogo. A comunicação ganha força. É necessário mesmo que as notícias e as informações se espalhem, cheguem aos ouvidos de quem for preciso.
Que venham as mudanças!!! No fim das contas, tenho toda a certeza de que o saldo será positivo.
"Devemos nos tornar a mudança que queremos para o mundo" - Gandhi.

Sudorese


Sudorese ou hiperhidrose é uma condição médica cuja principal característica é a transpiração em excesso. Segundo o dicionário Michaeles (2007), sudorese é “transpiração profusa”. O suor é um mecanismo que torna possível a adaptação do corpo as flutuações de temperatura a que o ser humano pode ser exposto.
Em condições normais, as pessoas transpiram quando submetidas a calor excessivo ou quando se exercitam. As glândulas sudoríparas, localizadas abaixo da derme, são as responsáveis pela produção e eliminação do suor.
A hiperatividade das glândulas sudoríparas têm como consequência a sudorese, ou hiperhidrose. Existem dois tipos de glândulas sudoríparas: écrinas e apócrinas. O excesso de produção das glândulas écrinas é que causa a hiperhidrose. Existem de 2 a 5 milhões de glândulas écrinas distribuídas por todo o corpo humano. Os locais mais afetados são as mãos, pés, axilas, crânio e rosto, que podem permanecer constantemente molhados de suor.
Hipertiroidismo, obesidade, menopausa e distúrbios psiquiátricos podem ter a sudorese como sintoma. Nesses casos, a hiperhidrose é considerada secundária a uma doença de base.
No entanto, na maioria dos casos, a sudorese é primária, consequência de nervosismo, stress, de uma maior sensibilidade a temperatura ambiente ou mesmo a estímulos (ingestão de comidas condimentadas, por exemplo). Um sistema nervoso excessivamente ativo é uma possível explicação para a hiperhidrose primária. Nesses casos, é uma condição que tem como maior consequência o mal estar social e o desconforto que o suor em excesso causa aos indivíduos com sudorese. Os sintomas podem surgir a qualquer tempo, inclusive na infância, embora seja mais comum que surja entre os 15 e 30 anos de idade.
Não existe um tratamento definitivo para a sudorese. Dependendo da intensidade da hiperhidrose, pode ser indicado:
Tratamento Tópico – com cremes, antiperspirantes e adstringentes (cloreto de alumínio em álcool etílico, solução de glutaraldeído 2%, etc.) – são recomendadas para os casos de hiperhidrose leve ou moderada.
Tratamento medicamentoso – uso de ansiolíticos, antidepressivos e anticolinérgicos, que agem sobre o sistema nervoso, diminuindo o estímulo desse às glândulas sudoríparas. Os sintomas só são reduzidos enquanto os medicamentos estão sendo ministrados, e os efeitos colaterais são vários, como boca seca, alteração na visão, sedação, entre outros.
Tratamento com Toxina Botulínica (Botox) – Aplicação da Toxina é recomendada para os casos de hiperhidrose leve ou moderada que não respondem bem ao tratamento tópico. Dura de 6 a 8 meses, sendo necessárias novas aplicações após esse prazo.
Tratamento cirúrgico – Recomendada nos casos de hiperhidrose grave, ou nos casos de hiperhidrose moderada, em que houve perda da qualidade de vida , por ser um procedimento invasivo. A intervenção cirúrgica é chamada de Simpatectomia Torácica por Videotoracoscopia. Por meio dela, é interrompida a transmissão dos nervos que são responsáveis pelo suor em excesso.
Mesmo o tratamento cirúrgico não significa a cura da hiperhidrose, pois é comum que o suor exagerado migre da região onde foi realizada a operação para outras regiões do corpo, ocorrendo o que os médicos chamam de hiperhidrose compensatória.

A elefantíase


A elefantíase (filariose linfática) é a filariose mais comum e é causada principalmente pelas espécies Wuchereria bancrofti e Brugia malayi. As larvas do parasita, denominadas microfilárias, são encontradas no sangue de indivíduos infectados e são ingeridas por animais que se alimentam de sangue (hematófagos). Depois de passar parte do ciclo vital dentro destes insetos, as microfilárias são transmitidas a pessoas sadias através de picadas durante uma nova ingestão de sangue. As microfilárias se alojam nos vasos linfáticos, sobretudo nos braços e pernas onde, depois de alguns meses, atingirão a maturidade sexual. Quando adultas, as filarias fêmeas (macrofilárias) podem viver entre 5 e 10 anos em seu hospedeiro e se reproduzem gerando milhares de larvas, as quais passam novamente à circulação sanguinea.
A espécie Wuchereria bancrofti é transmitida durante a noite pelas fêmeas dos mosquitos Anopheles, Mansonia e Culex e a espécie Brugia malayi é transmitida pelos mosquitos fêmeas (também de atividade noturna) Anopheles, Mansonia e Aedes.
Quando o quadro clínico aparece os sintomas iniciais estão relacionados com a resposta inflamatória subsequente à presença dos parasitas. A fase aguda ocorre com febre e calafrios que acontecem em intervalos irregulares, com ou sem inflamação de vasos linfáticos ou gânglios e reações inflamatórias das extremidades inferiores e genitais. Na medida em que a infecção se desenvolve, a presença dos vermes adultos nos vasos linfáticos provoca sua obstrução, impedindo o fluxo linfático normal, implicando no acúmulo de líquido pelo tecido, no engrossamento e hipertrofia dos tecidos afetados.
As formas mais frequentes de elefantíase são:
- Elefantíase das pernas: o edema começa no dorso do pé e chega até o joelho, mas dificilmente chega aos quadris. Apresenta a pele muito grossa, com muita fibrose e superfície enrugada, fato que lembra a pele do elefante. A ulceração é frequente no tecido danificado.
- Elefantíase do saco escrotal e do pênis: é uma das manifestações mais frequentes, com grande crescimento destas partes, devido a sua natureza pendente.
- Elefantíase de braços, mamas ou vulva: são zonas mais raramente afetadas com mudanças na pele semelhantes as das pernas.
O diagnóstico de qualquer uma das filarioses passa pela observação clínica de algum dos sintomas associados à doença.
Leia mais:

PELE EM VEZ DE EMBRIÕES

No final do mês passado, uma equipa de investigadores da Universidade de Quioto conseguiu transformar as células da pele em algo muito semelhante a células estaminais embrionárias, com a óbvia vantagem de não ser necessário recorrer a embriões.
Desta vez, um grupo de cientistas norte-americanos reclama ter usado estas células pluripotentes em ratinhos para o tratamento da anemia falciforme. O artigo publicado hoje na revista “Science” conta os passos até ao promissor resultado final ainda que seja a própria equipa a apelar a um entusiasmo cauteloso. Segundo adiantam no relato da pesquisa, as células estaminais foram conseguidas após a recolha de células da pele das caudas de ratinhos doentes. Logo após a colheita foram inseridos quatro genes que reprogramam as células para que estas se transformem em células pluripotentes. Foi preciso depois substituir o gene “culpado” pela anemia falciforme por um a funcionar normalmente. Os resultados foram animadores com as células estaminais saudáveis que foram transferidas a produzir células sanguíneas normais.

VACINA DA SIDA: AINDA NÃO É DESTA


O Público noticia hoje que a multinacional farmacêutica Merck interrompeu os ensaios clínicos em grande escala de uma vacina contra a sida, porque esta não evitava nem sequer reduzia a severidade das novas infecções.
Esta vacina era a considerada mais promissora até agora, pelo que este anúncio foi recebido com bastante pessimismo. A única outra vacina contra a infecção pelo HIV a chegar à fase de ensaios clínicos alargados baseava-se numa abordagem tradicional, diz o “The New York Times”: estimulava o sistema imunitário a produzir anticorpos contra o vírus. Como os resultados tinham sido maus, os cientistas conceberam outra estratégia para esta vacina da Merck.
Mas o vírus da sida continua a iludir os cientistas. O ensaio em cerca de 3000 pessoas começou no fim de 2004, e só devia terminar no fim de 2008. Só que a ineficácia da vacina era tão clara que se considerou melhor acabar com os testes já.

RATOS TRANSGÉNICOS DÃO NOBEL DA MEDICINA


Os norte-americanos Mario Capecchi e Oliver Smithies e o britânico Martin Evans foram distinguidos com o Nobel da Medicina 2007 pelos trabalhos em células estaminais. A descoberta dos três galardoados permite inactivar um gene, técnica que permitirá desenvolver tratamentos para doenças genéticas.
Em trabalhos separados, os três investigadores conseguiram alterar os genes de ratos de laboratórios manipulando células estaminais embrionárias, indicou o comité Nobel em comunicado.Os cientistas descobriram como inactivar um gene, técnica essencial no domínio terapêutico que é reconhecida como a base da biomedicina do século XXI. Esta técnica é aplicada em quase todos os domínios da biomedicina, desde a investigação ao desenvolvimento de novas terapias, acrescenta o comunicado.
Em laboratório, os cientistas alteraram o código genético de animais de forma a conseguir “ligar” e “desligar” certos genes que tanto os ratos como os seres humanos partilham. Segundo o comité do Prémio Nobel, o estudo de genes permite aumentar os conhecimentos de “inúmeros genes em desenvolvimento embrionário”.
O campo de aplicação destas descobertas é vasto, podendo contribuir para encontrar tratamentos para doenças degenerativas como o Alzheimer, mas também o cancro, a diabetes e as doenças cardiovasculares.
Pelo segundo ano consecutivo, o Nobel da Medicina foi atribuído a uma descoberta na área da genética: em 2006, os americanos Andrew Fire e Craig Mello (descendente de portugueses) foram galardoados pela descoberta de um mecanismo natural de bloqueio dos genes que permite lutar contra agentes infectocontagiosos.